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Palmeira-imperial Características: Originária da s Antilhas, Colômbia e Venezuela. É uma palmeira de porte grande podendo chegar até 40 m de altura e o diâmetro da copa de 5m. É cultivada em pleno sol e requer lugares espaçosos. Uso: Além do palmito comestível, é símbolo de nobreza e amplamente utilizada em paisagismo, indicada para arborização urbana em canteiros centrais e ou calçadas. Origem – Cuba, Belize, Estados Unidos, México, Bahamas, e Honduras, em vegetação aberta de baixadas úmidas até 1000 m de altitude.Nomes populares: palmeira-imperial-de-cuba Características gerais Palmeira solitária, elegante, de 10-25 m de altura, provida de palmito grosso de cor verde- clara de mais de 2 m dc comprimento e escondido pelas folhas. Caule espesso, liso, cinza-esbranquiçado, colunar ou regular ou irregularmente dilatado, de 40-70 cm de diâmetro. Folhas pinadas, em número de 15-18 contemporâneas, arqueadas, de 2-4 m de comprimento, dispostas na copa de forma algo pendente, com pinas numerosas, estreitas, inseridas em planos diferentes formando duas fileiras. Inflorescências grandes, muito ramificadas, dispostas abaixo do palmito, com bráctea peduncular muito larga de 1,0-1,6 m de comprimento. Frutos oblongos, pequenos, de cor arroxeado-escuros Exigências ambientais Palmeira tropical rústica e tolerante a geadas de regiões subtropicais, apresenta moderado crescimento e resistência ao pleno sol. Prefere solos bem drenados, contudo é capaz de tolerar solos úmidos, desde que não encharcados. Utilidade Espécie cultivada com freqüência no país, é confundida muitas vezes com Roystonea oleracea e R. Borinquena todas conhecidas indistintamente pelos nomes populares “palmeira-real” e “palmeira-imperial”, faltando a ela, contudo, respectivamente, a imponência e a harmonia. Requer locais expostos e espaçosos, apropriada para parques, isoladas ou em grupos.
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Jardim do Éden fica em Itariri em São Paulo
É difícil encontrar brasileiros que não gostem de uma boa pimenta. E uma pimenta boa é aquela que proporciona um maior sabor aos alimentos, deixando os pratos muitos mais saborosos, fazendo a pessoa salivar antes de comer.
O habito de usar a pimenta nas preparações doces e salgadas já é bastante conhecido de muitos povos, como os Chineses, Mexicanos, Indianos e os Brasileiros. Para diferencias os pratos, geralmente o garçom ou vendedor perguntam se vamos querer o prato quente ou não, e esse “quente” se refere exclusivamente à pimenta que é colocada na preparação, já que a mesma irá esquentar o indivíduo, de tanto que será picante.
Aqui no Brasil temos diversas espécies de pimenta, como: malagueta, dedo-de-moça, cambari, e ainda aquelas pimentas que não apresentam tanta ardência e, por isso, são chamadas de pimentas doces, como a Pimenta-rosa, que será o assunto principal de nosso artigo.
Pimenta-Rosa
A pimenta-rosa ainda é conhecida popularmente como pimenta do Brasil, e seu nome científico é Schinus terebinthifolius Raddi, e carrega também os nomes de: aroeira-pimenteira, aroeira-vermelha, aroeirinha, pimenta brasileira ou somente aroeira. De coloração avermelhada, não apresenta um ardor característico e sim um sabor diferenciado e até adocicado.
Essa pimenta pertence à família das anacardiaceae, sendo originária em nosso país, tendo facilidade de multiplicação através de sementes ou estacas. Os frutos são drupas pequenas, de formato esférico, e avermelhado. Há relatos de que várias aves silvestres se alimentam dessa pimenta, por não ter ardência.
Se formos levar em consideração a questão da botânica, a pimenta rosa não possui parentesco nenhum com a família das pimentas comuns, que levamos à mesa. Verdadeiramente é um parente da manga, do caju e do cajá-mirim, portanto, uma fruta.
O Brasil faz a exportação dessa pimenta através do extrativismo e beneficiada, especialmente contando para isso com os estados do Espírito Santo, Bahia, e Rio de Janeiro.
Ela possui muito pouco de picante em seu sabor, que é quase que tomado por seu doce, e por essa combinação maravilhosa é totalmente apropriada para fabricação de molhos que são muito saborosos e que acompanham peixes, aves e demais carnes brancas. Essa pimenta é bastante apreciada na culinária internacional e nacional, sendo incluída diretamente nos pratos preparados. Alem disso, por suas particularidades, tem crescido grandemente sua utilização na indústria de cosméticos.
De acordo com culinaristas, o uso principal é numa composição com a pimenta do reino já desidratada, para aumentar ainda mais o sabor dos pratos. Outro uso da pimenta na culinária está voltado para a fabricação de sorvetes, geleias e chocolates.
O Cultivo da Pimenta-Rosa
É uma planta originária do Brasil cuja área comum de desenvolvimento é a Mata Atlântica, matas de baixada, e restingas do Estado do Rio de Janeiro. Dá frutos de maneira bastante abundante, especialmente nos meses que vão desde março até maio, cujos frutos são muito apreciados por diversas aves. Sua árvore possui porte pequeno, galhos longos e finos e folhas espaçadas.
Esta árvore pode ser usada como ornamento, especialmente por apresentar frutos de cor vermelha intensa, todos comestíveis e muito saborosos. Ocorre que essa árvore não é muito frequente nos projetos paisagistas, ainda que se encaixe de maneira bastante dócil em jardins tropicais e ainda aqueles que levam o estilo japonês.
Essa pimenta pode ser cultivada em diversos lugares, pois não ocupa muito espaço, sendo possível tê-la até mesmo numa sacada de apartamento, desde que a mesma receba sol o por muitas horas do dia e de forma direta. A árvore valoriza bastante o ambiente pelo contraste obtido através da cor vermelha do fruto em contrapartida às das folhas.
Dicas Para Cultivar a Pimenta-Rosa no Brasil:
Cultive essa espécie de pimenta sob o sol pleno, num solo que esteja repleto de matéria orgânica.
A rega dessa planta deve ser feita somente 01 vez durante a semana.
A adubação da mesma deve ser feita através do uso do fertilizante mineral NPK 04-14-08.
É necessário que se faça uma poda, desde que seja nos meses que compreendem maio a agosto.
O plantio pode ser feito de diversas formas e a planta se desenvolve muito bem em qualquer uma delas, tanto a partir de estacas, sementes, e alporquias.
Opção na Agricultura
O cultivo da pimenta-rosa tem aparecido como uma excelente opção para diversas regiões, dentre elas aquelas que possuem solos arenosos, e que têm baixa fertilidade, já que a planta não necessita de muita coisa para se desenvolver desde que tenha bastante adubo, sol intenso e rega acertada.
O negócio que tem como base a Pimenta-rosa tem se mostrado bastante lucrativo, já que o mercado, tanto o externo quanto o interno, possuem grande aceitação do produto e o manejo com o mesmo não despende de grandes incentivos.
Um pé já adulto de pimenta-rosa, de uma árvore que já tem seus três anos, chega a produzir aproximadamente oito quilos da pimenta, e que pode render muito no mercado. O único problema que o cultivo dessa espécie de pimenta enfrenta é o ataque feito pelos insetos que costumam se alimentar da mesma, nesse quesito há de se haver um controle mais intensivo.
Por isso, o produtor deve estar sempre atento e treinado para combater a essa e outras pragas que possam surgir, não deixando a hora certa passar, para não correr o risco de perder grande parte da produção. Também é necessário que a adubação e a correção do solo seja feita com uma frequência adequada, para que os frutos sejam sempre saudáveis e tenham o tamanho certo, pois assim sua aceitação no mercado será sempre positiva.
Agora, a quem pretende de fato investir no plantio e cultivo da pimenta-rosa, o melhor é que seja feito um estudo aprofundado de mercado e ainda um planejamento de maneira eficiente, pesando os prós e os contras da atividade, antes de partir para o plantio de uma vez por todas.
Também é importante que se faça um consulta com um agrônomo que irá tirar todas as dúvidas que possam surgir quanto ao manejo dessa planta, bem como o tempo para desenvolvimento e produção, além de outras situações que possam ter importância.
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Feijão Andu
Quando iniciamos os primeiros plantios nesse espaço que hoje chamamos de Quintal Orgânico recebemos do vizinho Januário as sementes do Feijão Andu. Naquele momento plantávamos tudo (mudas, sementes, galhos de plantas, ) sem muita organização, mas o feijão Andu logo me chamou a atenção ele cresce tão rápido que antes mesmo de ter um tronco firme já está cheio de galhos, folhas, flores e vagens. aí o tronco não agüenta e o pé fica querendo ser planta rasteira, mas isso não acontece. Ele está mais para um arbusto. É uma planta bonita! Só que não sabia como apreciá-lo na cozinha...então os pés ficaram lá lindos com as flores amarelas e cheios de abelhas e eu colhia, guardava e replantava as sementes. Quando o Sr. Zé começou a trabalhar no Quintal logo comentou sobre os pés de feijão Andu, mas quando ele viu todos aqueles pés com as vagens verdes, carregadinhos dessas vagens verdes, ele exclamou: Isso numa fritada com toucinho fica uma coisa! Eu logo fui perguntando ao seu Zé como era esse negócio de comer o feijão ainda verde?! E ele respondeu que ao seu gosto, é a mais saborosa forma de saborear o feijão Andu!
VENDAS PELO SEGUINTES CANAIS: Whatsapp 13 996220766 http://produtosjardimdoeden.blogspot.... https://lista.mercadolivre.com.br/_Cu... Sítio fica em Itariri em região de dificil acesso nas montanhas, por isso não vendo no local. Todas as entregas faço pelos correios.
Neste vídeo apresento um limoeiro-cravo. Um dos muitos do Jardim do Éden. No Mercado Livre vendo sementes e mudas desta espécie. https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-845059263-sementes-de-limo-cravo-frete-gratis-_JM
As flores desta espécie são pequenas, alvas e melíferas (Foto: Eulâmpio Vianna Neto / TG)
Nome Científico: Citrus bigaradia Família: Rutaceae Características Morfológicas: Árvore de pequeno porte, que mede, em média, cinco metros de altura. Sua copa é arredondada e as folhas apresentam uma coloração verde intensa (que são fortemente aromáticas quando maceradas). Suas flores são pequenas, alvas e melíferas. Já o fruto, globoso (mas ligeiramente achatado) tem cor verde, que se torna amarelo-alaranjado ou amarelo-avermelhado na maturação. Origem: Índia Ocorrência Natural: Pode ser encontrado em todas as regiões do Brasil.
Mais comum nos quintais das casas, seja no interior ou no litoral do Brasil, não há melhor limão para temperar saladas do que este. Além disso, essa árvore é sinônimo de resistência, pois vai bem em qualquer palmo de chão em que brota. Conhecido também por limão-francês e limão-vinagre, seu suco é riquíssimo em vitamina C (mais que seus parentes próximos). Em geral essa árvore dá seus frutos nos meses de inverno e a sua propagação é feita através de enxertia.
(Não falamos por telefone, porque o sitio fica em area sem sinal de telefonia e a nossa internet é por satélite)
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Mandacaru é um cactos que vive longos anos e cresce até 5 metros de forma imponente. Mesmo em regiões frias do Brasil sobrevive. Tem um belo efeito ornamental.
O mandacaru (nome científico Cereus jamacaru) é uma cactácea nativa do Brasil, adaptada às condições climáticas do Semiárido. Conhecida também como cardeiro, a planta alcança até seis metros de altura e possui um formato que pode lembrar um candelabro. O mandacaru é importante para a restauração de solos degradados, serve como cerca natural e alimento para os animais. A planta espinhenta sobrevive às secas devido à sua grande capacidade de captação e retenção de água.
Mandacaru (Foto: DoDesign-s)
Espalhando as sementes, as aves e o vento ajudam no nascimento e crescimento do mandacaru em áreas rurais. Por conta da ausência de folhas, a espécie não faz sombra e os espinhos ajudam na defesa diante de animais herbívoros. Os frutos e a flor do mandacaru servem de alimento para aves e abelhas. A planta é protegida por uma grossa cutícula que bloqueia a excessiva perda de água. As flores são brancas e desabrocham à noite, murchando ao nascer do sol. O fruto tem cor violeta forte e polpa branca com sementes pretas minúsculas, que servem de alimentos para aves da região. É também comestível para humanos.
Mandacaru – fruto (Foto: Rosa Melo)
Após um processo que é iniciado pela retirada do espinho, o mandacaru serve como ração para os animais e é um dos poucos recursos disponíveis em períodos de longa estiagem. O mandacaru é também utilizado como planta ornamental, além de batizar o nome de sítios, povoados, bairros e cidades.
Mandacaru (Foto: DoDesign-s)
O processo de adaptação do mandacaru ao Semiárido durou milhões de anos. A existência da espécie, porém, está em cheque. As ações humanas, com os desmatamentos, e as doenças são ameaças para a permanência desta cactácea no bioma da Caatinga. A extinção do mandacaru representará uma perda para o ambiente e para a agricultura.
Vendo mudas de graviola, sementes e folhas. Mudas dá pra plantar em vasos e a medida que cresce vai trocando de vasos. Dá para fazer mudas com sementes, bem como vendo as folhas que servem de chá. Muitos compram para tratamento de câncer. VENDAS PELO SEGUINTES CANAIS: Whatsapp 13 996220766 http://produtosjardimdoeden.blogspot.com.br/ https://lista.mercadolivre.com.br/_CustId_205752371 Sítio fica em Itariri em região de dificil acesso nas montanhas, por isso não vendo no lo cal. Todas as entregas faço pelos correios.
Graviola cura o câncer? Benefícios e como usar
Fruta controla a pressão arterial, tem ação anti-inflamatória, entre outras propriedades
A graviola (Annona muricata) é uma planta originária das Antilhas. É grande, tem forma ovalada e casca verde-pálida com espinhas. Possui polpa branca, de sabor agridoce. Seu consumo inicialmente era apenas alimentício. No entanto, resultados de estudos científicos comprovaram amplamente suas propriedades medicinais, sendo utilizada de outras formas além do consumo da fruta in natura.
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É uma fruta de baixa caloria, contendo 62 calorias a cada 100g de fruta, segundo a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO, 2011). Possui 0,8g de proteína/100g, sendo um bom aporte, comparado a outras frutas. É uma fonte de carboidrato importante, apresentando 1,9g/100g de fibra alimentar. A graviola destaca-se como uma fruta fonte de cálcio, magnésio, manganês, potássio, além de possuir vitaminas B1, B2, B6. Por sua composição, essa fruta também é relatada como coadjuvante para a perda de peso, principalmente pela baixa quantidade calórica e pela presença de fibras, que fornecem maior saciedade.
Possui fitoquímicos em várias partes da planta (como as folhas e o fruto), e podem ser destacados: acetogenina, lactonas alcalóides isoquinolínicos, taninos, cumarinas, procianidinas, flavonóides, ácido esteárico, ácido elágico; fitosteróis (beta-sitosterol, estigmasterol) e ácido gama-amino butírico (GABA). Pela presença desses compostos antioxidantes, pode-se dizer que a graviola tem um efeito anti-idade, auxiliando contra o envelhecimento precoce.
Benefícios da graviola
A graviola apresenta diversos benefícios na literatura científica. Veja alguns deles:
Protege o coração
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A fruta tem uma propriedade hipotensora, por mecanismos periféricos envolvendo antagonismo do cálcio - o que é bom para pessoas com pressão alta; propriedade vasodilatadora, antiespasmódica (relaxa músculo liso), e ainda ajuda a desacelerar o ritmo cardíaco, por sua propriedade sedativa.
Potencial anti-inflamatória
A propriedade anti-inflamatória do extrato da fruta estudada em investigação científica recente parece ser relacionada à inibição de mediadores inflamatórios do organismo. A sua propriedade anti-inflamatória pode favorecer o tratamento de artrite, inchaço e dor nas articulações.
Mais benefícios
Alguns estudos também estabelecem como propriedades da graviola: antibacteriana e antifúngica (o que pode auxiliar no tratamento de acnes, por exemplo), vermífuga, emética (induz vômito), analgésica, anticonvulsiva, estimulante digestivo e adjuvante no fortalecimento da tonicidade cardíaca.
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Protetora contra o câncerO efeito de proteção contra o câncer tem sido demonstrado por algumas investigações e estudos, tendo propriedade de proteção celular (antimutagênico) e sendo eficaz contra células cancerígenas multirresistentes. Esta propriedade pode estar relacionada aos compostos antioxidantes potentes presentes na graviola, como a acetogenina.
Pessoas portadoras de diabetes podem consumir a graviola, pois é rica em fibras, que auxiliam na absorção mais lenta da glicose (açúcar) pelo organismo, ajudando a controlar seus níveis no sangue. No entanto, como o consumo de qualquer fruta, os diabéticos devem ter atenção na quantidade e nos horários de consumo.
A graviola pode ser consumida in natura, sob a forma de sucos, cápsulas e também são relatados efeitos benéficos do chá da graviola, a partir da infusão de suas folhas. Porém, é importante a orientação de um profissional quanto à quantidade a ser consumida diariamente, tanto de chá, quanto de cápsula. A melhor opção é o consumo da fruta in natura, principalmente pois neste caso as fibras são preservadas, o que oferece uma saciedade maior. A quantidade recomendada seria de ½ unidade média, equivalente a uma porção de fruta.
Contraindicações da graviola
É contraindicada para indivíduos com caxumba, aftas ou ferimentos na boca, devido à sua acidez. Indivíduos hipotensos devem ter cuidado no consumo pelas propriedades sedativas e calmantes da fruta. Gestantes também devem evitar o consumo pelo risco de aborto.
O mais importante é se informar com um nutricionista, pois cada indivíduo tem sua especificidade bioquímica e sensibilidade diferente a cada alimento.
Aqui no meu gigantesco viveiro tenho mudas de avelós que você pode adquirir para tê-la como planta ornamental exótica. Todavia, se quebrar seus galhinhos, ela emite uma substância altamente tóxica, usada por alguns como tratamento alternativo de câncer. Sua seiva é tão forte que queima até verruga.
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O avelós (Euphorbia tirucalli L.) é uma planta de origem africana encontrada no Norte e Nordeste do Brasil. Essa planta produz uma seiva semelhante ao látex e possui propriedades anticarcinogênicas, antiasmáticas, antiespasmódicas, antibióticas, antibacterianas, antiviróticas, fungicidas e expectorantes, além de ser purgativo e anti-sifilítico.
Foto: Reprodução
A planta é um tradicional ingrediente de chás medicinais e garrafadas (tipo de bebida feito a partir de ervas popularmente conhecidas como medicinais) e atribui-se a ela algumas características antitumorais, entretanto ainda não há comprovações científicas. O avelós despertou a curiosidade de um empresário nordestino, após a melhora de um familiar com câncer que realizou um tratamento com a planta, então, o empresário decidiu investir em pesquisas e, na fase pré-clínica (testes em células em cultura e em animais), foram demonstrados resultados positivos em diversos tipos de tumores sólidos. O avelós está sendo pesquisado no Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa e pode tornar-se o princípio ativo do primeiro medicamento nacional para o tratamento de câncer. Sabe-se que a planta age inibindo enzimas relacionadas à multiplicação dos tumores, além de seu potencial como anti-inflamatório e analgésico. A parte utilizada da planta é o látex, que deve ser dissolvido em água. O látex puro é perigoso, irrita a pele e os olhos, e pode provocar hemorragia. Por esse motivo, é recomendado manter o avelós longe de crianças e animais.
Modo de usar
Uso interno:
Extrair três gotas de uma haste carnuda e colocar em um copo com água pura. Tomar uma colher (sopa) dessa água, de quatro a seis vezes ao dia;
Diariamente, durante uma semana, em um copo de água (200 ml), adicionar uma gota do látex. Dividir a água em três doses, tomar uma dose pela manhã, outra ao meio dia e a última à noite. Na 2ª semana, acrescentar duas gotas de látex; na semana seguinte, três gotas e, na 4ª semana, quatro gotas;
Adicionar seis gotas de látex do avelós em dois litros de água. Tomar um copo três vezes ao dia;
Adicionar uma gota de látex em um copo de água. Tomar uma colher (sopa) a cada hora.
É recomendando preparar a bebida somente no momento de consumir. É necessário ter atenção com a quantidade, pois doses elevadas são tóxicas.
Uso externo:
Para dores reumáticas, passar o leite diluído de duas a três vezes ao dia.
Para verruga e calo, pingar uma gota do látex no local.
Indicações
O avelós é indicado para casos de verruga, calo, câncer, sífilis, tumor canceroso e pré-canceroso, neoplasias neuralgia, cólica, asma e gastralgia.