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Sementes de araucaria de ótima qualidade excelente para plantar colhidos nas serras das terras altas da mantiqueira.
Árvores da Serra da Mantiqueira
A região da Serra da Mantiqueira é o pulmão verde da região sudeste, dominada por uma rica vegetação, sua flora é parte do ecossistema da Mata Atlântica e suas matas estão repletas de espécies de árvores de Araucária, dentre outras.
ARAUCÁRIA
A Araucária é uma árvore alta, elegante com copa em formato de cálice, conhecida como, o pinheiro do Paraná.
No passado antes que as lavouras tomassem conta dos campos do sul do Brasil, a presença da Araucária era tão comum que os índios chamavam de ?Curitiba? (que quer dizer ?imensidão de pinheiros?) toda a extensa região, onde estas árvores predominavam. Agora dá para entender o nome da capital do Paraná não é mesmo?
A Araucária está presente no planeta desde a última glaciação, que começou há mais de um milhão e quinhentos mil anos. Esta planta já ocupou uma vasta área equivalente a duzentos mil quilômetros quadrados predominando no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e com manchas no sul de Minas gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.
A Araucária é uma espécie resistente, pertence à família da Araucariáceas e originária do Sul do Brasil. Só pode existir junto às terras altas dos planaltos e das serras em climas com temperaturas moderadas durante o ano. Suas características são: um tronco longo, podendo atingir mais de 50 metros de altura e seu fruto, a pinha, contém de 10 a 150 sementes, os famosos pinhões, que são muito nutritivos, servindo de alimento a aves, animais e ao homem.
O esquilo se alimenta dos pinhões e carrega a semente, plantando-a com a intenção de ter uma reserva de alimento e sem querer acaba ajudando na reprodução da árvore.
O homem com sua exploração indiscriminada da Araucária colocou-a na lista oficial das espécies da flora brasileira ameaçada de extinção. Dos 20 milhões de hectares originalmente cobertos pela floresta de Araucária, restam atualmente, cerca de 2% dessa área.
A polpa do pinhão é formada basicamente de 57% de amido, sendo muito rica em vitaminas do complexo B, Cálcio, Fósforo e proteínas.
O limão é um dos remédios caseiros mais úteis e recorridos que se tem. A tradicional bebida de limão com mel pode ser aromatizada com gengibre e alho para fazer uma infusão potente contra constipações, gripes, tosse e distúrbios digestivos, além de melhorar a resistência às infeções.
Também conhecido como limão-galego, limão, limão-verdadeiro, suas folhas são perenes, verdes e brilhantes; suas flores são róseas na parte externas e brancas internamente. Reproduz-se por estacas de galhos, em solo arenoso e bem adubado, de preferência em regiões de clima quente ou temperado. Para a utilização da casca, deve-se retirar apenas a parte mais externa, desprezando a parte que é esbranquiçada ou amarelada.
Partes Utilizadas: Folhas e frutos.
Modo de conservar: As folhas e as cascas dos frutos podem ser secas ao ar livre e guardadas, em separado, em sacos de papel, longe da luz solar e da umidade. O suco do fruto deve ser utilizado fresco.
Propriedades: Sedativo, antiespasmódico, sudorífico, vermífugo, antiescorbútico, alcalinizante, depurativo e tônico digestivo.
Desintoxicação: O sumo, tomado como bebida depurativa, rica em vitamina C, estimula o metabolismo hepático e a desintoxicação. O sumo diluído de um limão acabado de espremer é excelente antes do pequeno-almoço. É eficaz enquanto em aftas, gengivite e garganta inflamada. Também estimula o apetite, auxilia a digestão e melhora a absorção de ferro. A sua ação sobre o fígado ajuda a reduzir reações alérgicas e promove a eliminação de produtos residuais. Evite beber o sumo puro, pois é extremamente ácido E pode dissolver o esmalte dos dentes. Escove os dentes depois de beber sumo de limão.
Distúrbios de fungos: As sementes do limão são antissépticas e podem ser mastigadas ou tomadas esmagadas para tratar candidíase e outros problemas fúngicos. A casca e a parte branca têm níveis elevados de óleo essencial, o que torna os extratos preciosos para muitos problemas de saúde crônicos, incluindo distúrbios de circulação, tais como arteriosclerose, varizes e má circulação periférica.
Princípios Ativos: Pectina, limonina, felandrina e hidrocarbonetos terpênicos, dentre outros.
Contraindicações/cuidados: aplicado externamente, não se deve expôr a pele ao sol, pois queima e provoca manchas escuras; a aromaterapia com óleo de limão é contraindicada para diabéticos e desaconselhada para quem tem pressão baixa. Em doses elevadas é convulsivo, provoca tremores, delírio e vertigens. Na aromaterapia, o óleo essencial de limão usado em altas doses, por longos períodos de tempo, pode causar hipertensão arterial.
Modo de usar:
- casca, em pedaços ou em raspas, condimento aromático ou matéria-prima essencial para doces, compotas, pudins, tortas, balas, cremes, recheios, suspiros, caldas etc., conservas em calda ou em compotas;
- 2 gotas de limão e 1 colher (sobremesa) de óleo de amêndoas e 2 colheres (sopa) de açúcar: esfoliante natural para as mãos e os joelhos (os terpenos do limão ajudam a clarear as manchas e os cristais do açúcar removem células mortas;
- suco do limão misturado a açúcar e água em ceras de depilação caseiras;
- óleo essencial de limão na aromaterapia estética: prevenir varizes e a eliminar acne de peles oleosas;
- óleo essencial: formulação industrial de xampus, sabonetes, produtos de higiene bucal, cremes e óleos;
- óleo essencial de limão na aromaterapia: anemia, astenia, arteriosclerose, congestão hepática, dispepsia, doenças infecciosas, doenças da pele, falta de apetite, flatulência, hipertensão, hiperviscosidade do sangue e reumatismo;
- xarope ou extrato fluido de limão: expectorante, fluidificante, combater secreção catarral; xarope caseiro com mel, tem a mesma aplicação; – suco de limão em gargarejos: inflamações na boca e na garganta; – suco de limão decocção: malária;
- uso externo, sumo do limão misturado com açúcar, até formar uma pasta, é ótimo no tratamento da acne, da pele cansada e da oleosidade excessiva;
- uso externo, o sumo serve para clarear as mãos e amaciar as cutículas endurecidas, na cabeça, ele diminui a oleosidade do couro cabeludo e elimina a caspa;
- a casca, as folhas e as flores do limoeiro são usadas em chás e xaropes.


