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Maranta é um nome genérico dado a várias espécies de coberturas da família das Marantaceae, tal como a Maranta Leuconeura kerchoveana, vulgo Maranta Pena de Pavão e a Ctenanthe oppenheimiana, vulgo Marata Variegada. As espécies mais altas podem ser cultivadas em pequenas quantidades nos vasos, no intuito de serem utilizadas de adorno tipo folhagem, porém a grande maioria das marantas se destacam sendo plantadas em grande número para cobrir áreas de solo.
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O filodendro-brasil é uma planta herbácea e tropical, que apresenta folhagem de cores vivazes, contrastantes entre si, oferecendo um visual estonteante. O nome ‘Brasil’, dado à cultivar é uma referência ao verde-amarelo da bandeira brasileira. Suas folhas são ovadas a cordiformes, acuminadas, brilhantes, coriáceas, de cor verde escura e com o centro verde-limão.
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A Pata-de-Elefante
A planta conhecida como Pata-de-Elefante tem como nome científico Beaucarnea recurvata. É um tipo de planta arbustiva, possui textura semilenhosa e com um aspecto escultural. Quando observamos a foto de uma planta dessas podemos chegar a pensar que se trata de uma palmeira.
Apesar de seu visual muito parecido com o das palmeiras a Pata-de-Elefante não é uma palmeira verdadeira. Pode ser considerada um tipo de arbusto ou arvoreta, quando essa planta se torna adulta pode chegar a medir em torno de 5 metros.
Trata-se de um tronco ornamental que possui a base dilatada para poder fazer o armazenamento de água. Essa característica se desenvolveu nessa planta para que ela pudesse sobreviver a grandes períodos de estiagem.
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O cacaueiro (Theobroma cacao L.) uma planta originária do continente americano, provavelmente das bacias do Amazonas e do Orenoco. De clima tropical, tem grande importância econômica, porque seu principal produto, o chocolate, é um alimento energético muito consumido em países de clima frio. Quando os espanhóis chegaram ao México, os maias e os astecas já utilizavam o cacau como bebida e como moeda. Mas ele só começou a ser aceito na Europa quando se passou a colocar açúcar na bebida. O Brasil hoje o segundo maior produtor mundial, vindo depois da Costa do Marfim, na África, para onde a planta foi levada no século passado, adaptando-se muito bem. Uma região no sul da Bahia, conhecida como “Região Cacaueira”, com 89 municípios, cerca de 90.000 km2 e 2 milhões de habitantes, tendo como centro as cidades de Ilhéus e Itabuna, responsável por cerca de 90% da produção brasileira, calculada em mais de 400.000 t de amêndoas secas, que abastecem o mercado nacional e são exportadas principalmente para os Estados Unidos, Rússia, Alemanha Federal, Reino Unido e Japão. O restante da produção brasileira sai do Espírito Santo, da Amazõnia e de São Paulo. O cacau é um dos principais Cultura de origem agrícola para exportação no Brasil, e o principal da Bahia; seu preço varia muito no mercado internacional, em torno de 2.000 dólares a tonelada, o que dá 2 dólares por kg na região produtora. É negociado por arroba (15 kg), também com preço variável, que oscilou em fins de 1985,(pode haver mudança mais ou menos rápida nos preços, dependendo do mercado internacional). A produção média oscila em torno de 45 a 50 arrobas por hectare. Mas há quem consiga até 200 arrobas por hectare. Clima e solo O cacaueiro requer temperatura média anual superior a 21oC e, no mínimo, 1.500 mm de chuvas bem distribuídas durante o ano, sem longos períodos secos, em local de no máximo 600 m. de altitude. Se a temperatura cai abaixo de 15oC, com 80% de umidade relativa do ar, ocorre a “podridão-parda” doença muito prejudicial ao cacau. Os solos devem ser férteis, com pH em torno de 7,0, frescos, profundos (no mínimo 1m) e em local não sujeito a encharcamento nem exposto ao vento sul. Mudas A comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), orgão vinculado ao Ministério da Agricultura, localizado na rodovia Ilhéus-Itabuna, km 22, que dá a orientação necessária aos interessados de qualquer parte do Brasil, pesquisa permanentemente novas variedades mais produtivas se fornece mudas híbridas aos produtores. O preparo da muda feito limpando-se as sementes por meio da fricção com pó de serra ou da lavagem, que elimina a mucilagem. Plantam-se, em seguida, as sementes limpas em saquinhos de polietileno cheios de terra de boa qualidade. A parte mais larga da semente voltada para baixo. Sobre a semente, coloca-se uma camada de 1 cm de pó de serra bem curtido ou terriço. Depois de cinco ou seis dias, em viveiro ripado, e regadas de acordo com as necessidades, as sementes germinam. Em cinco ou sete meses as mudas estão prontas para a plantação no local definitivo.
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