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O cóleus é uma planta herbácea muito apreciada pelo colorido de suas folhas. Ela originou-se da hibridização entre espécies do gênero Solenostemon, como S. laciniatus e S. bicolor e atualmente conta com numerosas cultivares. Suas folhas são grandes, macias e podem apresentar diversas cores e combinações entre amarelo, vermelho, rosa, roxo, verde e marrom. É interessante observar que as cores das folhas podem formar degradeés ou contrastar bruscamente. As flores azuladas surgem em inflorescências do tipo espiga, acima da folhagem, em qualquer época do ano e têm importância ornamental secundária.
As cores vivas desta vistosa folhagem podem ser aproveitadas em diversos ambientes. No jardim, ela poderá formar maciços ou conjuntos, além de bordaduras junto a muros. Em pátios e varandas, ou em uma janela bem iluminada, o cóleus será uma espécie muito decorativa, podendo ser plantado em vasos ou jardineiras. Em climas quentes, é possível desfrutar de sua beleza colorida o ano todo. É uma planta de baixa manutenção, não exigindo podas e tolerando um pouco a estiagem. Atinge cerca de 40 a 90 cm de altura, de acordo com a variedade.
Deve ser cultivada sob pleno sol ou meia sombra, em substratobem drenável, enriquecido commatéria orgânicae irrigado regularmente. Adubações a cada 15 dias são suficientes para que a planta cresça bonita. Apesar deperene, o cóleus deve ser replantado bienalmente, pois perde a beleza com a idade. Planta tipicamente tropical, que pode ser conduzida emclimatemperado, requerindoestufano inverno. Não tolerante a geadas. Multiplica-se por sementes e estacas decaulee ponteiros.
Também chamado de ananás nas línguas indígenas, o abacaxi é uma fruta originária do Brasil e Paraguai, e foi levado para a Europa em 1493, com a descoberta da América pelos espanhóis. Nos séculos XV e XVI o abacaxi se espalhou pelo mundo todo levado pelos marinheiros europeus. A fruta era extremamente útil na prevenção do escorbuto em alto mar, uma doença bastante grave causada pela falta de vitamina C.
Historicamente, o Havaí é o maior produtor mundial de abacaxi, fornecendo principalmente para os Estados Unidos. Hoje as Filipinas, o Brasil e a Costa Rica também são grandes produtores.
O abacaxi é uma espécie da família das bromélias, umas das únicas dessa classe a produzir frutos comestíveis. A fruta é composta da união de muitos pequenos frutilhos fundidos em torno do núcleo central. A sua polpa é amarela ou esbranquiçada, muito suculenta e carnuda com a haste que serve como apoio fibroso central, aquela parte do abacaxi que algumas pessoas não comem.
A casca externa é dura, áspera e escamosa, podendo ser verde, amarela, laranja ou amarelo avermelhada. Há ainda a coroa de folhas duras e espinhos. Daí entende-se a provável origem da expressão popular “descascar abacaxi”, que significa resolver algum problema difícil.
Nome científico: Cestrum noctumum Nome populares: Dama da noite, Coerana, Coirana, Flor da noite, Jasmim da noite, Jasmim verda e Rainha da noite
Família:Solanaceae
Origem: América Central, Norte e Sul
Porte: Arbusto de textura semilenhosa e pode atingir até 4 metros de altura
Flores: As flores são brancas, pequenas e muito perfumadas. Floresce na primavera e no verão, com flores tubulares que se abrem a noite, exalando um forte perfume. Cultivo: Pode ser cultivada em vasos ou diretamente no solo Dificuldade de Cultivo: Nenhuma, aceita podas após a floração principal
Solo: Fértil Adubação: Solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Também pode ser cultivada em vasos, com adubações e regas mais frequentes
Clima: Tropical, Não tolera salinidade, geadas fortes ou frio intenso.
Luminosidade: Meia sombra e Pleno Sol Ciclo de vida: Perene Irrigação: Frequente Multiplicação:facilmente por sementes ou por estacas semilenhosas
Curiosidades: Todas as partes da planta são tóxicas e podem provocar vômitos, irritação das mucosas e alucinações, entre outros sintomas. A Dama da noite é considerada planta invasiva, principalmente em pastagens.
Nomes Populares: Cróton, Folha-imperial, Louro-variegado.
Descrição geral:
O cróton é uma planta arbustiva de folhagem muito exuberante. Ele apresenta caule de textura semi-lenhosa a lenhosa e seiva leitosa tóxica. Suas folhas são coriáceas e brilhantes e podem ser afiladas, lobadas, ovaladas ou retorcidas, de tamanhos variados. No entanto o que mais chama a atenção nesta planta é o colorido de suas folhas, que se mostram mescladas de vermelho, roxo, rosa, branco, amarelo, verde ou laranja, nas mais variadas combinações.
O termo xaxim pode se referir a certas pteridófitas(avencas ou samambaias) arborescentes, ou ainda, ao tronco destas, o qual pode ser serrado em pequenos segmentos e usado de vaso para outras plantas. A espécie mais conhecida destas plantas é a Dicksonia sellowiana, da família das dicksoniáceas, nativa da Mata Atlântica e América Central (especialmente dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, no Brasil). O xaxim também é conhecido pelos nomes de samambaiaçu, sambambaiaçu[1] e samambaiaçu-imperial.Devido a sua beleza, praticidade e diferenciais a exploração do seu caule para fabricação de vasos se tornou bastante comum, bem como sua utilização em projetos de jardins e construções. O modismo do uso do xaxim, como suporte para orquídeas e bromélias, também surgiu por ser muito mais barato do que um vaso de barro.
Essas atividades levaram o xaxim a entrar na lista das espécies ameaçadas de extinção do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Isso porque, além da exploração desenfreada, ao retirar a planta de seu habitat natural e plantar em lugares inadequados, ela morre rapidamente, diminuindo a população da espécie e aumentando o risco de seu desaparecimento.
Também conhecido como urucum efalso-açafrão, ele é um pó obtido através da trituração dos frutos do urucuzeiro, uma árvore típica da América tropical. O primeiro povo a fazer uso do urucum foi o indígena. Eles usavam o pó dessa planta como corante para fazer as pinturas corporais. Ao longo dos anos, esse pó começou a ser utilizado pela indústria cosmética para dar cor aos batons.
Atualmente, ele é usado na culinária para dar um tom avermelhado às receitas, além de ajudar a ressaltar o sabor das carnes, tanto vermelha quanto branca. Por conta do seu sabor suave, ele é um tempero muito fácil de usar por ter sabor suave. A melhor parte é que ele é um corante totalmente natural, uma excelente substituição para os corantes artificiais. O urucum passou a ser usado em diversos países onde os corantes alimentícios artificiais foram banidos.
A palmeira imperial (Roystonea oleracea) é bastante conhecida por ser a maior espécie de todo o mundo, com altura que pode chegar até 40 metros. Quando se fala em palmeira imperial características mais lembradas são em relação ao seu tamanho, mas ela conta com especificidades muito interessantes.
Para quem estiver interessado na aquisição de palmeira imperial características são importantes para saber como ela se desenvolverá e como pensar no melhor lugar para seu plantio, de modo que o paisagismo do ambiente fique o melhor possível.
Palmeira Imperial: Características da Espécie
Essa espécie de palmeira é bastante robusta, com palmitos que podem superar 2 metros de comprimento. Seu caule é liso, não conta com nenhuma textura muito pronunciada e tem a cor cinza-escuro.
Em relação às folhas, elas geralmente são chamadas de penteadas, já que seu formato e disposição fazem parecer que elas realmente foram penteadas. O comprimento dessas folhas pode variar de 2 a 4 metros, de acordo com a idade da planta.
As folhas ficam eretas ou pelo menos na posição horizontal, o que possibilita ver com clareza o palmito da planta. Essa, inclusive, é uma das principais diferenças dessa espécie para a palmeira de Cuba, que é bem parecida.
Quanto à palmeira imperial características muito peculiares são os pequenos frutos que se desenvolvem próximos às folhas, com tamanho que varia de 2 a 4 cm e coloração escura, na cor roxa. Geralmente, esses frutos são consumidos por alguns pássaros, mas não são comestíveis para seres humanos.
A velocidade de crescimento dessa espécie é consideravelmente grande: ela pode crescer de 80 cm a 1 metro por ano, ou, aproximadamente, 8 cm por mês. Sua altura pode variar de 18 a 40 metros, de acordo com sua idade.
A citronela é bastante conhecida pelos seus efeitos repelentes, principalmente contra mosquitos e borrachudos. Ela forma uma touceira densa, suas folhas são longas, com bordas cortantes e de coloração verde clara, idêntica ao capim-limão (Cymbopogon citratus). Difere deste apenas pelo aroma, que é suave, com perfume de limão, ao contrário da citronela que é bastante forte, talvez até um pouco enjoativo. Ela contém grandes quantidades de óleo essencial Citronelal, responsável por suas utilizações repelentes.
Pode ser plantada em vasos e jardineiras, assim como em canteiros adubados ou como bordadura em áreas grandes. Apresenta efeitos alelopáticos positivos quando plantada em conjunto com outras plantas, repelindo pragas e desta forma protegendo as companheiras. A essência de citronela é utilizada em perfumes, velas, incensos, repelentes, aromaterapia, desinfetantes e armazenagem de alimentos. O uso da óleo essencial diretamente sobre a pele pode provocar irritações. O bagaço de citronela pode ser utilizado na alimentação animal. Diz-se também que repele gatos de hortas e canteiros.
Deve ser cultivada a pleno sol, em solo fértil, bem drenável e enriquecido com matéria orgânicapara uma boa produção. Seu crescimento é bastante rápido, o que pode requerer um desbasteperiódico. Utilize sempre luvas ao trabalhar com a citronela, pois as bordas das folhas produzem cortes superficiais na pele. Tipicamente tropical, não tolera frio intenso ou geadas. Multiplica-se facilmente pela divisão das touceiras.
Acerola é o delicioso fruto que nasce na árvore chamada aceroleira, cujo nome científico é Malpighia emarginata. Originária das Antilhas, das Américas Central, do Norte e do Sul, a acerola foi introduzida no Brasil pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, em 1955, em Pernambuco. Por meio de sementes oriundas de Porto Rico, a acerola acabou se espalhando pelo Nordeste e outras regiões do país.
O cultivo da acerola cresceu a partir do final do século XX, e hoje a fruta é muito presente em cultivos da região nordeste do Brasil, principalmente na agroindústria de polpa de fruta congelada.